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oh… just die already…

Tinha as séries todas em atraso, daí a ausência mas agora que retomei o ritmo (quase) normal, não podia deixar de tirar cinco minutos para ter uma conversa séria com duas das minhas séries de eleição: House e How I Met Your Mother.

Quanto ao House, já se sabe que esta temporada, a oitava, será a última. E ALELUIA para isso! Não há nada pior do que uma série requentada que já não traz nada de novo. Se tivéssemos ficado no fim da sétima, com o carro do House na sala de estar da Cuddy, seria um final surpreendente e, ao mesmo tempo, característico da personagem. Assim, estamos ali a sofrer, semana após semana, já sem qualquer tensão no ar, sem qualquer entusiasmo quanto aos casos que aparecem nem quanto à equipa (quanto a mim, a pior equipa de diagnóstico de todas as temporadas da série). Nem os casos são interessantes nem as situações.

Ao contrário do que os produtores dizem: “por que não ir embora antes de a música parar, enquanto ainda há uma certa mística no ar?”, a verdade é que esta festa já acabou e só  continuamos a ver os episódios porque toda a gente sabe que só se sai da festa quando a bebida acaba. Mesmo que o alcóol já tenha terminado…

Outra festa que já azedou, apesar do (re)começo prometedor, foi o How I Met Your Mother. O suspense à volta do casamento do Barney foi-se diluindo e é uma história que não só não teve desenvolvimento como ainda ninguém sabe com quem é o casamento e se se realiza ou não. Se há série que está sem rumo e a tentar “fazer render o peixe”, é esta. Não há nenhum desenvolvimento relevante de episódio para episódio e a recente reviravolta na relação entre a Robin e o Ted fez-me revirar os olhos e pensar “oh não… isto de novo!?”. Na sétima temporada começo a pensar se algum dia ficaremos a saber como raio o Ted conheceu a mulher…

Das duas uma: ou os próximos episódios trazem alguma coisa de novo ou esta será uma temporada para esquecer…

Porquê?!

Este blog começa para responder à questão que me fazem recorrentemente: “o que é que andas a ver?”, geralmente acompanhada pela pergunta seguinte: “o que é que anda aí que valha a pena ver?”.

Portanto, e sem grandes pretensões, aqui começa o blog de alguém que sofre efeitos de ressaca com o fim das séries/pausas na programação e que não sai de casa sem primeiro consultar a programação da tv.